A obesidade e a artrite reumatoide – Baseado em estudos

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Novo estudo apresenta dados alarmantes sobre mulheres portadoras de artrite reumatoide e a obesidade. Uma relação entre Obesidade e a artrite que você talvez não conheça.

Os pesquisadores de Johns Hopkins University School of Medicine, em Baltimore, Marylande, divulgaram em julho os resultados de uma pesquisa sobre artrite reumatoide.

Obesidade e a artrite reumatóide

Os dados apontam que mulheres com artrite reumatoide têm maior probabilidade de ter uma distribuição anormal de gordura corporal. Especialmente aquelas de peso normal e IMC (Índice de Massa Corporal), em comparação a homens com artrite e mulheres sem artrite.

Segundo o Dr. Jon T. Gilles, um dos responsáveis pela pesquisa. Foi estudada a composição corporal de 189 homens e mulheres com artrite reumatoide e 189 controle pareados para idade e sexo.

Os testes mostraram que portadoras de artrite reumatoide, provavelmente, terão mais chances de perder massa muscular abdominal do que os homens estudados.

Esse aumento de gordura corporal combinado com diminuição de massa muscular é chamado de sarcopenia da obesidade.

Mas, a informação que chama atenção nessa pesquisa é sobre os pacientes que não receberam corretamente o tratamento para artrite reumatoide com as drogas modificadoras do curso da doença.

Eles possuem mais deformidades e altos índices de inflamação. Desenvolveram uma distribuição anormal de gordura corporal, ou seja, ficarão mais gordos.

Esse dado é alarmante nos dias de hoje, porque atualmente existem novos métodos para diagnosticar precocemente a doença.

Além dos exames, também estão disponíveis no mercado, novas opções para o tratamento medicamentoso. Que atuam diretamente nas substâncias que causam a inflamação, bem como nas células que produzem estas substâncias.

Atualmente, os pacientes com artrite reumatoide, que não respondem a outras terapias convencionais. Contam com a Terapia Biológica que auxilia no combate a doença prevenindo a evolução e destruição articular.

Obesidade e a artrite

Formas de amenizar dores

A artrite reumatoide provoca dores incensantes articulares de quem as tem, mas há algumas maneiras que pode-se amenizar essas dores.

Uma boa alimentação é essencial para diminuir as dores, procure ficar longe de alimentos que desregulam o PH do organismo. Uma dieta em alimentos alcalinos, ácidos como laranja e limão pode ser uma boa maneira de começar.

Para ter uma melhor melhora no PH do organismo, sugerimos também suplementar-se de suplementos para esta função. O Biomac é confiável neste assunto aliviando dores e melhorando o ph progressivamente do organismo.

Como vão os tratamentos

Essas drogas agem biologicamente nos mediadores inflamatórios, particularmente no TNF-alfa. É o caso do Rituximabe (MabThare®), eficaz tanto na diminuição dos sintomas da doença quanto no controle do aparecimento de novos desgastes articulares.

O Abatacept (Orencia®), uma droga que bloqueia a ação do linfócito T aprovado pelo FDA. Reduz os sinais e os sintomas da artrite, induzindo a resposta clínica principal, Retardando a progressão dos danos estruturais, e melhorando a função física nos pacientes do adulto.

Outra novidade é o Tocilizumabe (Actemra) é o primeiro de uma nova classe de medicamentos que inibe a ação da interleucina 6 (IL-6). Uma substância produzida em excesso pelos pacientes com artrite reumatoide.

A produção anormal da IL-6 é nesses pacientes é uma das responsáveis pela inflamação crônica e destruição progressiva das articulações.

Segundo a pesquisa apresentada durante o Eular 2007, os três fármacos diminuem os sintomas da AR. E melhoram as funções físicas e a condição de saúde do paciente. Ao mesmo tempo em que retardam a progressão dos danos nas articulações.

O Tocilizumabe já foi submetido para aprovação também nos EUA e no Brasil. Onde o seu lançamento está previsto para 2009. O Japão foi o primeiro país a aprovar o uso do medicamento tolicizumabe para tratamento da artrite reumatoide (em abril de 2008).

“É importante consciencializar a população para que procure sempre um médico aos primeiros sintomas da doença, antes de recorrer à qualquer tipo de auto-medicação.

O diagnóstico precoce torna o tratamento medicamentoso mais eficiente, especialmente em relação aos fármacos que modificam o curso da artrite reumatoide”, afirmam Dra. Evelin e Dr. José Goldenberg.


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